Muitos me perguntam por que utilizo pena de aço, nanquim, lápis de cor, aquarela e hidrocor — mesmo tendo à disposição todos os recursos digitais. A resposta é simples e profunda ao mesmo tempo: porque o traço manual carrega algo que nenhuma tecnologia consegue reproduzir — identidade.
Após quase 50 anos dedicados ao desenho e ao ensino de desenho e perspectiva, ouvi de amigos algo que me marcou: meus traços trêmulos, às vezes imperfeitos, não são falhas — são assinatura. Eles falam de mim. Quase materializam minha alma de desenhista.
Sim, utilizo recursos digitais. Eles são ferramentas valiosas. Mas é no desenho feito à mão que finalizo minha paixão pelo belo, pelo delicado e pelo original.
Decidi, então, revisitar a essência dos grandes ilustradores dos séculos XVII ao XIX, como Gustave Doré e Alphonse Mucha — naturalmente com minha interpretação autoral. Dessa escolha nasceram coleções que têm encantado colecionadores e apreciadores da arte clássica com sensibilidade contemporânea.
Desde que me mudei de Florianópolis (SC) para Nova Petrópolis (RS), tenho encontrado inspiração nas paisagens, na arquitetura e na atmosfera cultural da região. Quero registrar muitas das belíssimas casas e cenários daqui, sem deixar de lado os retratos — de pessoas, de seus antepassados resgatados de fotografias antigas, e até de animais que fazem parte do cotidiano e da memória afetiva.
Cada obra é única. Cada traço carrega história.
A série apresentada ainda está disponível, e estou produzindo intensamente.
Se você valoriza arte autoral, feita à mão, com técnica clássica e alma contemporânea, será um prazer conversar.
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